rawrrrr!!! :3
And in my dreams, I meet the ghosts of all the people who’ve come and gone
Memories, they seem to show up so quick but they leave you far too soon
Naive I was just staring at the barrel of a gun
And I do believe that.
(Source: plasmatics-life, via jamjars)
(via miileite97)
come on take a walk on the wild side (Source: unterrible, via beyoungmind)
Sou um mar. Um mar morto e coberto por milhões de pequenas vidas que nunca poderão ter uma oportunidade de crescer. Meros seres doentes que dependem do exterior para obterem um ultimo bafo dessa tão ambicionada vida. Alias… O ser humano é irónico. Tanta necessidade de algo ao que me agarrar porquê? Para quê? Sempre fiz questão de me acostumar a estar sozinho. Encontrar a minha verdade no silêncio alheio. Sei que me tornei em algo do qual me posso orgulhar, mas até que ponto valerá a pena? Agora sinto-me na necessidade de respirar num duo. Estou cansado de viver numa ilusão dramática onde todo o enredo em meu redor se resume a um jogo de sedução da canalha. Para quê tanto ódio? Para quê tanto rancor? Para quê todo esse ego? Para chegar ao fim do dia sem uma palavra de carinho? Sem um “amo-te” sincero? necessito de um porto de abrigo. Alguém onde mesmo quando o mundo em meu redor cai e me sinto como um estranho nesta selva onde só o instinto de sobrevivência reina, me relembre que de facto há motivos para seguir em frente com um sorriso e continuar a lutar por um futuro. Por algo que valha a pena. Pode ser que não exista um “para sempre” mas sei que existe um “carpe diem” e isso chega-me. Estou a crescer e toda esta beleza cedo irá escorregar por esse longo ralo da idade. Preciso e quero algo em que acreditar. Talvez não te conheça, mas espero por ti. Preciso de ti. Adeus mundo escuro. Não Pertenço aqui.
TAKE 15, FIM DA CENA 19.
Sê bem vindo amanhecer.
Nelson Queirós,
9, Abril, 2013.
(Source: m0rtality, via nevereaseup)
(Source: scribbles-on-pictures, via nevereaseup)